O Tricolor entrou em campo ontem tentando manter a gordura mínima que tinha na liderança do Brasileirão, todavia, não logrou êxito, saiu da partida com um empate com “gosto de derrota”, todavia não o que desesperar, nada mudou.
Claro que a ausência de mudança não se refere à diferença de pontuação na tabela, isso é óbvio, mas sobre a atuação do SPFC. No primeiro momento é bom destacar que, ainda que a vitória fosse viável, o time vem de uma sequência de bons resultados e conseguiu retornar com um ponto na mala. Isso é importante, mormente se levarmos em consideração o formato do Brasileirão, um campeonato longo, com viagens longas e com jogos em curto espaço de tempo.
Também não há que deixar de fazer a reflexão sobre um empate com o lanterna da competição, mas, mesmo nesse cenário, percebemos que a obrigação de vitória era do time do Paraná, não nossa. Fizemos o básico, o suficiente.
Mas, a análise tem que ser feita durante o torneio até agora, ou seja, se verificarmos nossa tônica não é um jogo bonito, técnico e repleto de jogadas sensacionais, mas, ao invés disso, um futebol cauteloso, tático, com consistência. Podemos analisar a partida contra a Chape, não teve show, não teve emoção, mas o que queríamos e precisávamos, os três pontos.
Assim será durante o ano. É uma opção do Aguirre, um sistema tático no qual ele pode depositar as fichas da confiança. Derrotas e outros empates virão, mas não poderão se tornar a “última gota” do copo denominado planejamento e paciência.
A vibe do time é outra se comparada com aquela dos anos anteriores, agora, é possível analisar um empate fora de casa como um resultado regular, mas não a “morte”.
Vamos para cima do Ceará, o Inter terá um jogo mais duro e, sendo assim, se fizermos a lição de casa, nos distanciaremos ainda mais na tabela.
#VemHepta