Contra o São Paulo Cássio vira 2º maior pegador de pênaltis da história do Corinthians

Fonte ESPN
As atuações em 2012, nos títulos da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes, já asseguraram o lugar de Cássio na história do Corinthians. Nesta quarta-feira, contudo, o goleiro escreveu mais um capítulo de glórias, tornando-se o segundo maior pegador de pênaltis do clube.

As defesas nos tiros de Diego Souza e Liziero, que garantiram a classificação do Corinthians para a decisão do Campeonato Paulista contra o Palmeiras, foram, respectivamente, a 11ª e 12ª do arqueiro com a camisa alvinegra. Assim, ele ultrapassou ninguém menos que Gilmar.
Em dez anos em ação pelo Corinthians, entre 1951 e 1961, o bicampeão mundial com a seleção brasileira, em 1958 e 1962, defendeu 11 tiros da marca da cal, agora um a menos do que Cássio. Os dois só são superados por Ronaldo, que defendeu 24 cobranças em seus incríveis 602 jogos.
Só que, para Cássio, nenhum outro rival foi tão importante para a marca quanto o São Paulo. Dos 12 pênaltis defendidos, foram nada menos que sete contra o rival. “Não sei se é sorte, coincidência, mas que bom que pude ser feliz. O importante é o Corinthians sair vitorioso”, disse Cássio.
Além de Liziero e Diego, também vítimas são-paulinas do goleiro: Rogério Ceni – que perdeu dois pênaltis contra o goleiro (2013 e 2015) –, Luís Fabiano (2013), Alan Kardec (2015) e Araruna (2017).
Fora esses, Cássio defendeu pênaltis no Corinthians de Eduardo da Silva, pelo Flamengo (2014); Cícero, pelo Fluminense (2015); Leo Ortiz, pelo Internacional (2017); Luan, pelo Grêmio (2017); e Lucca, pela Ponte Preta (2017).
Cássio, inclusive, só não assume o posto de maior pegador de pênaltis corintiano porque Ronaldo foi “beneficiado” por atuar em uma época com competições que previa cobranças valendo pontos extras – foi assim na Copa União de 1988 e também no Paulista de 1989, por exemplo.
Já sobre Diego Souza, que voltou a cruzar seu caminho em um jogo decisivo pelo Corinthians, como há seis anos, nas quartas de final da Libertadores de 2012, pelo Vasco, no Pacaembu, Cássio garantiu não ter qualquer tipo de rivalidade com o ex-companheiro de Grêmio.
“Sempre me abordam sobre isso. Não tem nada. É cara super bacana Trabalhei com ele quando subi da base no Grêmio, cara suber bacana mesmo. É mais coisa da imprensa e da torcida também que pega no pé dele quando ele joga aqui”, desconversou o goleiro.
Graças às defesas de Cássio e também ao gol de Rodriguinho aos 47 minutos do segundo tempo contra o São Paulo, o Corinthians voltará a campo no próximo sábado, às 16h30, contra o Palmeiras, no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, novamente na Arena.
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