O blog foi ouvir alguns conselheiros e ''cardeais'' tricolores a respeito do assunto, com todos exigindo anonimato. Veja alguns motivos listados abaixo.
– ''Ele sempre quis se meter em negociações. Aqui no São Paulo, quem contrata é o Clube'';
– ''Parou no tempo. Não consegue mais fazer nenhum bom trabalho'';
– ''O São Paulo sempre teve comissão técnica fixa. Ele trabalha com um bando de gente. Por isso, nunca deu certo'';
– ''O comportamento dele nunca foi legal. Passou o tempo'';
– ''Está ultrapassado. A gente sabe que o foco dele mudou''.
Algumas frases fortes e muita antipatia, resumindo o sentimento de algumas pessoas com influência nos bastidores são-paulinos.
Luxemburgo está livre no mercado. Sempre foi cobiçado por grandes clubes e nunca escondeu o desejo de comandar o São Paulo. Elogia o São Paulo em todas as entrevistas e enxerga um modelo vencedor. Se o telefone tocar, assume na hora, mas com a diretoria atual, as chances são remotas. Pelo menos, com quem está no poder até 2020. Em 2015, na gestão de Carlos Miguel Aidar, houve uma chance por uma preferência do ex-presidente, mas Luxa estava empregado no Flamengo.
Dos 12 grandes, só não dirigiu São Paulo, Botafogo, Vasco e Inter(ex-jogador em 1978). No Vasco, foi auxiliar de Antonio Lopes, em 1981/82. Treinou a Seleção Brasileira e o Real Madrid. Um currículo invejável com cinco brasileiros, oito paulistas, Copa do Brasil, Copa América e outros estaduais. Aos 65 anos, garante que ainda quer ''cheirar a grama''.
O blog pediu um depoimento a Luxemburgo, sobre o assunto. ''Nunca casou, nas oportunidades em que o São Paulo necessitava de um treinador, eu estar livre no mercado'', afirmou, em mensagem enviada pela sua assessoria de imprensa.
Agora, casou. Mas o São Paulo não procurou Luxemburgo. Nunca é uma palavra forte, mas parece que esse casamento será difícil de acontecer. A conferir no futuro.