Internamente, a diretoria do clube dá sinais de irritação com o trabalho de Dorival Júnior. Inicialmente, porém, o plano de Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é deixar o executivo Raí descascar o abacaxi.
Ao contratar o ex-jogador como dirigente remunerado, o presidente sinalizou que sua interferência no futebol seria menor. Então, coube a Raí a missão de colocar o time nos trilhos. Porém, até agora isso não aconteceu.
A equipe vive problemas semelhantes aos de antes de sua chegada.
O ápice da pressão sobre o treinador é a prova de fogo para o ex-atleta. Ele sairá desgastado do episódio se Leco acabar batendo o pênalti sobre o futuro de Dorival.