Uchôa apoia VAR em copas; Vickery ataca venda de mandos: "Vergonha"

Repórter da TV Globo entende que, por conta do custo, é possível flexibilizar uso do árbitro de vídeo em competições de pontos corridos; Cereto considera

Fonte SporTV
Em reunião do Conselho Técnico do Brasileiro realizada na segunda-feira, os clubes vetaram o uso do árbitro de vídeo na competição que se inicia em abril. Convidado do Redação Sportv desta terça, o repórter da TV Globo Marcos Uchôa apoia o uso do VAR, sobretudo em torneios de mata-mata.

- Sou muito favorável, acho que a tecnologia veio para a gente aperfeiçoar a justiça do jogo. Justiça é algo que devemos querer em todas as áreas da sociedade. Perder a Copa do Brasil, que vale vaga na Libertadores, por causa de um erro do juiz, dói muito mais. Significa um prejuízo enorme - afirmou.
O veto foi econômico. Estima-se que as 380 partidas da Série A representariam um custo de R$ 20 milhões. E, diante desses números, Uchôa revelou que é possível selecionar partidas específicas para se empregar a tecnologia.
- Muito se fala que, em termo de juízes, quando ele erra para você num jogo, ele ganha no outro para você. É uma tese de quem é contra o VAR. Eu diria que é verdade. Em torneio "tipo Copa" acho o VAR muito válido. Num torneio longo como de pontos corridos, eu discutiria o custo. Acho que o VAR deveria ser para jogos importantes, particularmente finais, onde você tem um prejuízo muito maior.
O jornalista Carlos Cereto, do Sportv, foi mais incisivo e tratou como um atraso o veto ao VAR.
- Vejo como um gol contra, um retrocesso. A CBF fatura R$ 600 milhões por ano e deveria financiar o árbitro de vídeo. Perto do que os clubes faturam e do que a CBF fatura, me parece pouco (o dinheiro que custearia o VAR) - criticou.
Durante a discussão do tema, o apresentador André Rizek exibiu um gráfico para comprovar que o jogo não é tão paralisado com as consultas a respeito de lances polêmicos.
Tim Vickery detona venda de mandos de campo
No mesmo encontro ocorrido na CBF nesta segunda-feira, ficou definido que os clubes poderão vender cinco mandos de campo. Isso só não pode ser feito nas últimas cinco rodadas. O convidado Tim Vickery discordou de forma enfática da novidade.
- Futebol existiu durante muitos anos sem o VAR, é capaz de existir sem o VAR. Para mim, a decisão muito mais séria que foi tomada ontem (segunda) foi de os clubes permitirem a venda de mando de campo, achei uma vergonha. Me dá a impressão que aqui no Brasil vocês não entendem o que são os pontos corridos. Qual a diferença para os cinco primeiros jogos? Não há diferença alguma.
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