Em 2005, quando atuava pelo Werder Bremen, o jogador abriu mão de um pênalti no duelo contra o Arminia Bielefeld depois da marcação do árbitro. O juiz interpretou que ele havia sido derrubado pelo goleiro, mas o centroavante avisou que não houve falta no lance. O atacante repetiu a dose em 2012, já com a camisa do Lazio. A partida era contra o Napoli, e Klose usou a mão para concluir a bola para o gol. Embora a arbitragem não tivesse visto a irregularidade, ele mesmo admitiu o toque e o gol acabou anulado.
Os exemplos não para por aí. Em um amistoso disputado no México, no mês passado, um lance parecido também repercutiu na vitória do America sobre o Morelia por 2 a 0. O jogo estava 1 a 0 para os donos da casa quando o árbitro assinalou pênalti para o Morelia, que teria a chance do empate no lance. Mesmo favorecido, o atacante Luis Gabriel Rey viu que a bola não bateu na mão do adversário, como indicado pelo árbitro, e se recusou a cobrar o pênalti. O árbitro desistiu da marcação e, após o jogo, o colombiano recebeu elogios do clube pela atitude.
O lance protagonizado por Rodrigo Caio aconteceu domingo, na derrota do São Paulo para o Corinthians por 2 a 0, na semifinal do Campeonato Paulista, envolvendo o zagueiro, o goleiro Renan Ribeiro e o atacante Jô, do Corinthians, aos 39 minutos do primeiro tempo. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira puniu o jogador alvinegro com cartão amarelo por um "pisão" no goleiro adversário. O são-paulino se acusou e admitiu ter sido o responsável, fazendo com que o árbitro cancelasse a punição ao camisa 9 do Corinthians.