(Foto: Diogo Venturelli/Divulgação)
Os bastidores da eleição presidencial do São Paulo FC começam a esquentar. Após ter voltado à tona a questão das denúncias de que um dos candidatos, o ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta, ter sido julgado - punido - por supostamente ter pedido propina na negociação do atacante Mario Tilico ao futebol espanhol, surgiu a informação de que um dos conselheiros que teriam votado pela absolvição e consequente reintegração de Pimenta ao quadro associativo tricolor foi justamente o outro candidato, e atual presidente, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Pimenta foi readmitido ao quadro de associados do São Paulo após sua defesa apresentar um laudo que atestava a existência de montagens no áudio das gravações feitas pelo empresário do jogador, Francisco Monteiro, o Todé.
Segundo apurou Pedro Lopes, repórter do UOL, Leco, que houvera feito parte da comissão que expulsou Pimenta, foi dissuadido a votar pela volta do ex-presidente após a apresentação do laudo, mas não foi um dos articuladores por não ter, na época, influência para isso. Este papel coube ao falecido Juvenal Juvêncio, de cujo grupo politico o atual presidente tricolor fazia parte.
O pleito que determinará quem ocupará a presidência do São Paulo entre abril de 2017 e abril de 2020 está marcada para o mês que vem.
[SPFC.Net] Leco teria votado pela absolvição de Pimenta sobre a suspeita de propina no caso Mario Tilico
Informação é do portal UOL
Fonte SPFC.Net
13 de Março de 2017
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