Lucas Pratto é a principal atração do duelo entre São Paulo e Mirassol, neste sábado, às 19h30 (de Brasília), no Morumbi. O reforço foi relacionado pelo técnico Rogério Ceni e a possibilidade de estreia foi usada pelo clube como combustível para impulsionar a venda de ingressos – mais de 25 mil ingressos foram vendidos antecipadamente.
O argentino é o maior investimento do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, no poder desde outubro de 2015. Desejo antigo, ele custará ao menos 6,2 milhões de euros (cerca de R$ 20,5 milhões na cotação do dia da contratação) em três parcelas: 3,2 milhões de euros agora, 1,5 milhão em abril e 1,5 milhão em julho. Por Cueva, o Tricolor paga US$ 2,5 milhões, o equivalente a R$ 8,8 milhões em junho de 2016, em parcelas divididas por três anos.
Gatilhos acordados no contrato de Pratto permitem que o São Paulo compre 15% no fim deste ano, 15% no fim de 2018 e 15% no fim de 2019, o que totalizaria 95% e 11 milhões de euros gastos (R$ 36,3 milhões).
Antes de contratar Pratto, o São Paulo viveu longa novela por Colmán e viu o paraguaio ir para o Dallas, dos Estados Unidos. Calleri também foi cogitado. O torcedor são-paulino enxergava o ataque com receio. Mas o desempenho de Chavez e Gilberto nos primeiros jogos animou.
Chavez, relacionado para este sábado e cortado do banco com dores musculares nos últimos jogos, marcou duas vezes diante do Audax. Gilberto, por sua vez, fez quatro gols contra Moto Clube e Ponte Preta. No San-São, ele sofreu pênalti e serviu Luiz Araújo com assistência na vitória por 3 a 1. Esse crescimento dos atacantes acirra a disputa por posição no time titular e aumenta a expectativa pela estreia do reforço.