Lucas Pratto chega para ser o 26º argentino da história do São Paulo. A presença de jogadores do país vizinho, contudo, nem sempre foi algo frequente, tornando-se muito mais comum nos últimos quatro anos.
Com o atacante vindo do Atlético Mineiro serão seis "hermanos" contratados desde 2013. O número chama atenção quando comparamos com o período entre 1957 e 2012, quando apenas quatro argentinos chegaram, e cinco fizeram parte do elenco, já que Poy, que chegou em 1948, jogou no clube até 1963.
Neste período, chegaram Prospitti, que ficou em 1966 e 67, e depois veio um longo hiato até a contratação de Ameli, em 2002. Adrián Gonzáles, em 2009, e Cañete, foram os outros argentinos que vestiram a camisa do São Paulo.
Deste 2013 as viagens à Buenos Aires para contratar reforços se tornaram mais frequentes. Clemente Rodríguez chegou naquele ano e ficou até 2015. Então chegou Centurión, que ainda pertence ao São Paulo, mas está emprestado ao Boca Juniors. Em 2016, teve a rápida e marcante passagem de Calleri, e as chegadas de Chavez e Buffarini, que vão formar o trio de argentinos com Lucas Pratto.
O time tricolor confirmou a negociação com o atacante na manhã desta sexta-feira e desembolsará 6,5 milhões de euros (R$ 21,5 milhões) por 50% de seus direitos econômicos do jogador que, em 107 jogos pelo Atlético-MG, balançou as redes 42 vezes.