Em junho de 2016 o interessado era o mesmo São Paulo, que pensava no atacante como uma boa opção para substituir Calleri. Foi a primeira vez em que Pratto destacou que não pensava em defender outra camisa no Brasil.
"Acho que nenhum time do Brasil irá tirar um jogador do Atlético. Na verdade, para vocês, pode ser normal sair de um clube para outro aqui, mas estando bem aqui, não tenho o pensamento de ir embora para outro time do Brasil", disse na ocasião.
No final do ano passado, o atacante foi especulado pelo Palmeiras, que consultou o time mineiro e ouviu uma pedida de 10 milhões de euros (R$ 33 milhões) pelo camisa 9. A resposta de Pratto, quando perguntado pelo assunto, foi na mesma linha, garantindo que seria algo "muito difícil" de acontecer.
"É muito difícil quando um jogador argentino é identificado com um time, é complicado mudar. Falar disso, agora, não entra na minha cabeça", declarou em dezembro.
A princípio, a operação com o São Paulo é tida como complexa por envolver diversas partes. O argentino tem ao redor de 70% de seus direitos econômicos ligados ao seu clube, o Atlético-MG. O restante está dividido entre o Vélez Sarsfield-ARG, que ficou com a fatia de 20% em sua saída, os Supermercados BH e ainda outros investidores, que têm de ser consultados em torno de seu futuro.
A seu favor na briga, está o desejo do jogador de 28 anos se manter em atividade por uma vaga na Copa do Mundo de 2018.
O sonho de ir para a Rússia fez com que ele freasse anteriormente uma possível venda para o futebol chinês, destino favorito do presidente Daniel Nepomuceno para não repassá-lo a um concorrente no mercado.
Apesar das notícias veiculadas na última quarta-feira, Lucas Pratto segue treinando normalmente no clube mineiro e está relacionado para o jogo contra o Joinville, nesta quinta, pela Primeira Liga, no Independência.