Júlio Buffarini fala que quer escrever sua história com a camisa do São Paulo e chama Rogerio Ceni de Ídolo.
Após longa negociação, finalmente Júlio Buffarini pôde então vestir a camisa do São Paulo FC. Após 3 meses no clube, Buffarini resolveu falar um pouco sobre sua adaptação ao futebol brasileiro, seleção argentina e até mesmo sobre Rogério Ceni.
VEJA ABAIXO, TRECHOS DA ENTREVISTA DE JULIO BUFFARINI
Você chegou ao São Paulo em julho, credenciado como homem de confiança do Edgardo Bauza. Como foi vê-lo sair após sua chegada?
BUFFARINI: O interesse de São Paulo existiu antes de Bauza ser técnico e, porém, com a chegada dele, minha contratação ganhou forca. Sempre me senti bem atuando com o Bauza e após ele sair ficou complicado! Mas hoje estou adaptado ao time, sabendo como é o futebol brasileiro podendo render cada dia mais.
Você disse que está adaptado ao futebol brasileiro. Existe muita diferença de jogar no San Lorenzo e no São Paulo?
BUFFARINI: Já me sinto adaptado aqui no Brasil, porém no futebol brasileiro, os jogadores são mais habilidosos e no mano a mano é complicado! Aqui também os árbitros te cobram muito e na argentina somos muito organizado para atacar e defender.
Você buscou informações com alguém sobre o São Paulo antes de vir jogar no Brasil?
BUFFARINI: Já sigo o São Paulo há muito tempo, antes mesmo de vir jogar aqui e do Bauza ser técnico. Acompanhava até mesmo quando o Osorio era o técnico. Sempre o sigo e por isso optei defender essa camisa. Estou com muita vontade de vencer com essa camisa
Você deixou o San Lorenzo como ídolo, até mesmo vimos a mobilização da torcida para pedir que ficasse. Como foi sair da Argentina como ídolo, para reserva do São Paulo?
BUFFARINI: Quando cheguei no San Lorenzo também cheguei em um momento conturbado e quando isso passou, jogamos 8 finais, uma delas contra o Real Madrid e fomos campeão em 4 oportunidades. Quero ir jogo a jogo, entrar em campo e deixar tudo por esse clube.
Falando sobre o atual momento do São Paulo; existe algum tipo de conversa entre os jogadores de tirar o clube dessa situação?
BUFFARINI: Eu converso com alguns jogadores e diretores que sempre estão lá no dia a dia nos acompanhando. Sabemos que será uma luta até o final e teremos que ganhar as nossas partidas, porque sabemos que dependemos apenas de nós mesmos.
Você já sofreu cobranças de torcedores fora do ambiente de trabalho? Com sua família? E como você analisa a invasão no CT pela torcida organizada?
BUFFARINI: Não costumo sair muito, mas nunca passei por nenhuma cobrança em outros locais. Essa situação de invasão ao CT mexeu bastante com a gente. Só tinha vivido isso em campo após as conquistas. Mais sabemos que futebol é emoção e perdemos para um time de terceira divisão. Não foi boa a imagem para nós.
Qual era sua expectativa antes da chegada ao São Paulo e o que mudou vendo o time nessa situação?
BUFFARINI: As expectativas são de conseguir coisas importantes aqui e seguir passo a passo. Espero ter o mesmo sucesso que tive no San Lorenzo e ser campeão com essa camisa.
Qual sua maior referência de lateral? O que você já ouviu falar do Rogério Ceni nesses meses no Brasil?
BUFFARINI: Sempre gostei e assisto o Daniel Alves antes no Barcelona e agora na Juventus. Sobre o Rogério, não tive a possibilidade de encontrá-lo no Brasil. Já joguei contra ele e troquei camisa com ele e guardo até hoje. Para mim e para muita gente na Argentina ele é muito respeitado; seria bom encontrá-lo no CT, porque sei que ele é um ídolo aqui no Brasil.
E o que falar da torcida do São Paulo que já coloca você como um futuro ídolo. Imaginava ser tão bem recebido no Brasil?
BUFFARINI: Nunca imaginei que seria assim. É um orgulho para mim sentir esse carinho da torcida do São Paulo.... É muito similar de como aconteceu no San Lorenzo! Estou desejando corresponder cada dia o carinho e respeito dessa enorme torcida! Estou contente e feliz por jogar nesse grande clube.
E sobre a seleção Argentina? Cresce a expectativa de uma convocação, afinal o Bauza sempre deixou claro que você é o homem de confiança dele?
BUFFARINI: Sim. Sempre estou buscando uma oportunidade. Tive a possibilidade de estar lá quando o Sabalella era técnico. Agora com a chegada de Paton, expectativa só cresce de disputar uma partida pela Seleção, mas sei que lá há jogadores de muito alto nível. Sigo trabalhando para quando a oportunidade chegar está preparado para corresponder as expectativas.
O São Paulo enfrenta a Ponte Preta no Morumbi neste sábado (22), após vencer o Fluminense fora de casa e se afastar da zona de rebaixamento. O Tricolor não contará com Buffarini que levou o terceiro amarelo.
[EXCLUSIVO] Buffarini fala em dar tudo pelo SPFC e ser campeão. Confira a entrevista do SPFC.Net com o lateral Tricolor!!
Fonte SPFC.Net
19 de Outubro de 2016
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