Muita coisa mudou desde 28 de fevereiro de 2012. Naquela gelada noite de inverno suíço, Paulo Henrique Ganso entrou em campo pela última vez com a camisa da Seleção principal.
Nesta quarta-feira, ele ficará no banco diante do Haiti, às 20h30 (horário de Brasília), assim como ficou no último fim de semana, mas dessa vez com chances de entrar. No empate sem gols com o Equador, o meia não tinha nem 24 horas em solo norte-americano. Colocá-lo em campo seria recorrer a uma decisão totalmente aleatória. Não é do feitio de Dunga.
Lá atrás, com Mano Menezes de técnico, Ganso ainda era a esperança da camisa 10, mas uma sequência de graves lesões e o mau futebol predominante entre elas minguou seu talento.
Agora, sob comando de Dunga, inscrito com a camisa 7 na Copa América Centenário, o meia espera recuperar o prestígio que o levou a ser considerado, ao lado de Neymar, retrato do futuro do futebol brasileiro. Naquela época, o esporte, no Brasil e no mundo, estava assim...
O Corinthians não tinha Libertadores...

(Foto: Marcos Ribolli/ GLOBOESPORTE.COM)
...o Galo também não...

...Michael Schumacher era piloto da Mercedes...

...Neymar jogava no Santos (com Ganso)...

(Foto: Agência Estado)
...o surfe brasileiro era esporte de fim de semana...

(Foto: ASP/Divulgação)
...Mano Menezes era o técnico da Seleção...

(Foto: Mowa Press)
...Felipão do Palmeiras...

(Foto: Ale Cabral / Agência Estado)

(Foto: Diego Guichard/Globoesporte.com)
...Stephen Curry era um anônimo...

(Foto: Agência AP)
...o Milan era um gigante e tinha a unanimidade Thiago Silva...

(Foto: Getty Images)
...Pep Guardiola anunciava sua saída do Barcelona e um ano sabático...

(Foto: AP)
...Ricardo Teixeira era presidente da CBF...

(Foto: Gustavo Tilio / GLOBOESPORTE.COM)
...e 7x1 era placar de videogame.
