A lista de desafetos de Carlos Miguel Aidar como presidente do São Paulo não se resume a Ataíde Gil Guerreiro, Juvenal Juvêncio e Juan Carlos Osorio. O ex-presidente tricolor rompeu de vez com Rogério Ceni quando decidiu, da noite para o dia, acabar com a trilha sonora do AC/DC que marcava a entrada do time em campo no Morumbi.
A pedido de Ceni, virou tradição que o Tricolor subisse ao gramado sob o som de “Hells Bells”. Porém, Aidar se cansou do estilo roqueiro e decidiu retomar o hino oficial do clube para saudar a entrada dos atletas em campo. Sem dar qualquer explicação ao goleiro.
É bem verdade que os primeiros sinais de rejeição ao AC/DC começaram dentro do Conselho Deliberativo. Um grupo de dirigentes, liderados pelo conselheiro Itagiba Francez, sugeriu ao presidente que acabasse com o privilégio do goleiro e capitão.
Temendo a reação de Rogério Ceni, Aidar foi orientado por outros membros da diretoria a esperar até o fim da carreira para aposentar “Hells Bells”, levando em consideração que o capitão vai pendurar as luvas em 6 de dezembro, após o Brasileirão. O então presidente ignorou os conselhos e pôs fim à música.
A relação entre Aidar e Rogério Ceni, que era apenas normal, se transformou radicalmente. E para pior. A ponto de Ataíde Gil Guerreiro ter virado a partir daí o único representante da diretoria de futebol com trânsito com o goleiro.
[SPFC.Net] Racha entre Aidar e Rogério Ceni teve a ver com veto musical
Goleiro não escondia mais sua decepção com o ex-presidente são-paulino
Fonte SPFC.Net
2 de Novembro de 2015
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