Logo após Aidar anunciar que renunciará, grupos políticos que o apoiavam vieram a público divulgar o rompimento com o presidente. Não demorou para que os ex-aliados, Movimento São Paulo, Vanguarda e Força São Paulo, se unissem e formassem uma aliança para lançar um novo candidato a presidência. De acordo com UOL ESPORTE, é provável que o grupo Participação, principal da base de Aidar, também entre na aliança.
Não se sabe ainda o nome que representará essa aliança pós-Aidar, batizada de "Governabilidade". De certo é que Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não será mais candidato único. Nomes como do ex-diretor de relações internacionais Eduardo Alfano, líder do Força São Paulo e do ex-presidente Paulo Amaral, que virou desafeto de Rogério Ceni ao contestar em 2001 uma proposta do Arsenal, da Inglaterra, aparecem fortes como possíveis candidatos.
O Movimento São Paulo é o grupo do ex-vice-presidente de marketing Douglas Schwartzmann, descrito por Aidar em suposta gravação feita pelo ex-vice de futebol Ataíde Gil Guerreiro como o "cabeça de uma operação fraudulenta" no caso da comissão no contrato da Under Armour. Também lidera o grupo o ex-vice-presidente social Antônio Donizeti Gonçalves, o Dedé. O Vanguarda é o grupo do ex-presidente José Augusto Bastos Neto e do vice-presidente do conselho deliberativo Marcelo Pupo. O Força São Paulo, liderado pelo ex-diretor de relações internacionais Eduardo Alfano e pelo ex-diretor de relações institucionais Dorival Decoussau, é composto por dissidentes do Clube da Fé, grupo de Marco Aurélio Cunha, que fez oposição a Aidar na última eleição. O Participação que tinha oito cargos na diretoria de Aidar, fazem parte do grupo o ex-vice-presidente geral Julio Casares, o ex-vice-presidente financeiro Osvaldo Vieira de Abreu, o ex-diretor administrativo José Alberto Rodrigues dos Santos, o ex-diretor de comunicações Ricardo Granja, o ex-diretor da ouvidoria Antônio Luiz Belardo, o ex-diretor de futebol amador Luiz Antonio da Cunha, o ex-diretor de planejamento Marcos Francisco de Almeida e o ex-diretor de infraestrutura Mario Jorge Ramon Quezada.
Leco que assumirá temporariamente o lugar do Aidar por ser presidente do conselho deliberativo, terá até 30 dias para convocar uma nova eleição. Ele que será um dos candidatos tem o apoio do grupo Legião, de Ataíde Gil Guerreiro, Clube da Fé, de Marco Aurélio Cunha, e aliados mais próximos do ex-presidente Juvenal Juvêncio.
Informações retiradas do UOL ESPORTE.
Ex-aliados de Aidar se unem para lançar novo candidato
12 de Outubro de 2015
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