Hebling deixou o Tricolor porque queria um salário maior para renovar (Daniel Vorley/Gazeta Press)
A saída de oito jogadores, em razão da crise financeira, é até hoje motivo de reclamação do técnico são-paulino Juan Carlos Osorio. Nas categorias de base do Tricolor, a realidade também é de contenção total de despesas. E de saídas, como revela José Alexandre Medicis, diretor do CT de Cotia até o início do mês.
O clube começou 2015 com quase 240 atletas na base. “Hoje, são apenas 160 garotos alojados em Cotia”, explica Medicis, que deixou o cargo após nove meses, alegando falta de tempo para seus compromissos profissionais. “Todas as cinco categorias tinham mais do que 36 meninos. Agora, são no máximo 28”, diz.
“O São Paulo caiu na real sobre salários e custos. Antes, tinha gente nos juniores ganhando salário de profissional. Agora, o teto é de R$ 10 mil e nenhum centavo a mais.”
A nova política causou algumas perdas consideráveis, como a do volante Gustavo Hebling, uma das promessas do clube, que foi ao PEC Zwolle, da Holanda. “O Joanderson chegou a sair também, mas voltou. E conseguimos renovar com o João Paulo, com o David Neres e com o Lucas Fernandes. Esses dois últimos têm tudo para fazer sucesso no time principal em breve”, prevê.
Ex-diretor da base do São Paulo revela corte pesado de custos em Cotia
Fonte Blog do Jorge Nicola
14 de Setembro de 2015
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