Divididos em pequenos grupos, os atletas abriram o treino vespertino com teste isocinético no REFFIS. A avaliação, utilizada para detectar equilíbrio muscular e nível de força, foi supervisionada pelos fisioterapeutas Betinho e Alessando Pereira. Na sequência, já sob os cuidados da fisioterapeuta Cilmara Moretti, os jogadores trabalharam com o aparelho da empresa australiana dorsaVi.
O ViPerform, aparelho que realiza avaliações e dá parâmetros aos médicos, auxilia preparadores físicos e fisioterapeutas nas prevenções e reabilitação de lesões. O uso da tecnologia de sensores sem fio tem como objetivo medir, de forma objetiva, a qualidade de atividade dos movimentos e músculos. Um software fornece relatórios concisos, em tempo real, para estabelecer dados de movimentações de diversas partes do corpo no computador.
Em testes de corrida, o aparelho informa sobre a força de reação do solo e índice de assimetria em campo em diferentes superfícies, como grama. Para complementar a atividade, os atletas foram para o campo e correram com a supervisão do preparador físico Sérgio Rocha, que durou o ritmo do exercício e elaborou um circuito com mudanças de velocidade e direção.
Por fim, com o fisiologista Rogério Neves, os jogadores realizaram um teste de impulsão vertical, que serviu para medir a altura que os atletas alcançam e a forma como 'aterrissam' após os saltos. Nesta quinta-feira (9), com a presença da imprensa, o elenco dará sequência aos testes e avaliações no CT da Barra Funda. Desta vez, porém, os grupos serão alternados.
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