Kaká se despede domingo, contra o Sport, em Recife (Djalma Vassão/Gazeta Press)
“A chance de encontrarmos um jogador como o Kaká é zero.” A frase é de Muricy Ramalho e resume o peso do meia, que encerra sua segunda passagem pelo Tricolor no domingo, contra o Sport. Ontem, o treinador revelou que Kaká só aceitou voltar ao São Paulo em junho depois de uma conversa a portas fechadas.
“Ele é tão diferente dos outros jogadores, mas tão diferente que foi lá na minha casa com o pai para perguntar se eu o aceitava no time”, confidencia Muricy. “É claro que eu o queria. Só deixei claro que o São Paulo não tinha dinheiro para pagar seu salário.”
O pai de Kaká entrou no meio da conversa e respondeu: “dinheiro não é problema”. Muricy então deu por encerrada a negociação com a seguinte frase: “então você está contratado”. E foi assim, há pouco mais de seis meses, que Kaká fechou com o Tricolor.
“Eu nunca trabalhei com um cara tão completo quanto o Kaká em toda a minha carreira de técnico”, acrescenta Muricy, admitindo ter mexido os pauzinhos para impedir sua ida para o Orlando City. Kaká assinou contrato com duração de três anos e meio com o clube americano e se muda para Orlando em janeiro.
Em sua segunda passagem pelo Tricolor, Kaká disputou 24 partidas, marcou três gols e deu oito assistências. O aproveitamento do time com o meia foi de 65,3% dos pontos, depois de 14 vitórias, cinco empates e cinco derrotas.
Kaká foi à casa de Muricy antes do sim ao Tricolor
Fonte Blog Jorge Nicola
2 de Dezembro de 2014
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