Maicon já se sente em casa no CT da Barra Funda (Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)
Mesmo fora do time em 11 jogos, Maicon nunca perdeu o profissionalismo, mas as boas atuações nos últimos dois o fizeram recuperar o sorriso de criança.
Substituto de Souza, que está na Seleção Brasileira, o camisa 18 será titular pela terceira vez consecutiva neste domingo, às 16h, contra o Atlético-MG, no Independência. A vitória é essencial para manter o São Paulo na briga pelo título do Brasileiro com o Cruzeiro e Maicon tem motivos especiais para ajudar a cumprir o objetivo.
Em Belo Horizonte, o volante atingirá a marca de 150 jogos pelo Tricolor, desde 2012. No elenco atual, só é superado por Rogério Ceni (1169), Luis Fabiano (300) e Denilson (172). Está à frente até de Kaká (145).
O outro, atende pelo nome de Gabrielly. A filha de 5 anos, cujo nome está tatuado no corpo do pai, motiva o jogador a prestar uma homenagem no Dia das Crianças. Ela reforça a torcida do São Paulo.
– Ela entra no campo e fica brincando no camarote. Sabe o nome de quase todo mundo do time. Minha filha merece tudo. Se tiver oportunidade de fazer um gol, vou dedicar para ela, pois é a coisa mais especial para mim, minha esposa e minha família – afirmou Maicon, em entrevista ao LANCE!Net antes de ir a Belo Horizonte.
A homenagem seria uma espécie de recompensa, já que na última quarta-feira, quando marcou o gol mais bonito da carreira (leia mais ao lado), a garotinha ficou decepcionada, apesar da felicidade do pai.
– Ela sempre quer entrar comigo no campo. No último jogo, minha esposa me ligou e perguntou se eu jogaria. Falei que sim. Ela contou que minha filha estava chorando porque não estava com a roupa do São Paulo para entrar em campo comigo. Agora só aceitam 22 crianças cadastradas. Ela ficou muito chateada, porque gosta pra caramba! – contou.
Para a alegria de Maicon e Gabrielly ser completa, além de vencer, o Tricolor torce por um tropeço do líder Cruzeiro contra o Flamengo, no Rio de Janeiro, no mesmo horário. Hoje, a diferença é de sete pontos.
O título reforçaria o currículo do volante, que conquistou apenas a Copa Sul-Americana pelo Tricolor, em 2012. Porém, ele vê sua passagem pelo clube como positiva, a ponto de se ver como um líder.
– Já vi vários jogadores de alto nível chegarem ao São Paulo e não conseguiram jogar. Ficam seis meses, um ano e saem. Estou indo para o meu terceiro ano, então alguma coisa tem. Não pode ser tão ruim. Então, me sinto um líder – afirmou Maicon, de olho no título.
Maicon completa 150 jogos pelo São Paulo e quer homenagear a filha tricolor
No Dia das Crianças, volante segue como titular e pensa em gol para oferecer a pequena Gabrielly. Com tempo de casa, ele já se diz um líder e espera o título
Fonte LanceNet!
12 de Outubro de 2014
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