Representantes do movimento Bom Senso FC, da CBF e de patrocinadores e empresas que investem em futebol, se encontraram hoje, no Rio, em uma reunião de sete horas, para finalmente acertar o funcionamento do órgão fiscalizador das finanças dos clubes.
De acordo com o jornalista Martín Fernandez, do Globo Esporte, o órgão será vinculado à CBF e terá o poder de punir esportivamente. Chegaram ao consenso de que as punições para os clubes que atrasarem salários e/ou sonegarem impostos começam com uma advertência, passam para a proibição de contratar jogadores e podem chegar ao rebaixamento ou exclusão de competições nacionais.
Outro ponto importante do projeto é a proibição das antecipações de receitas por parte dos clubes. Hoje, os times usam seus contratos de transmissão de TV como garantia para contratar jogadores.
A ideia, então, é incluir a criação do órgão da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, a ser votada pelo Congresso depois do segunto turno das eleições. Caso o projeto seja aprovado e transformado em lei, os clubes só poderão usar receitas futuras como garantias de empréstimo em caso de construção de ativos, como estádios, e centros de treinamento.
CBF e Bom Senso FC discutem fiscalização dos clubes
Representantes se reuniram para discutir a criação de órgão fiscalizador das agremiações e chegaram a consenso
Fonte Esporte Interativo
7 de Outubro de 2014
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