O trabalho dos preparadores físicos José Mário Campeiz e Sérgio Rocha está sendo questionado pela diretoria são-paulina. O motivo: o time tem sofrido em campo no segundo tempo – a exceção foi a vitória sobre o Huachipato, pela Copa Sul-Americana.
Já no Brasileirão, torneio no qual o Tricolor não vence há quatro rodadas, o desempenho após o intervalo é preocupante. Com ou sem o quarteto mágico, a equipe perdeu os segundos tempos para Fluminense, Corinthians e Coritiba. Diante do Flamengo, empatou.
“Estamos de olho a tudo”, avisa o vice-presidente de futebol do São Paulo, Ataíde Gil Guerreiro, bravo com o fato de o Tricolor só ter somado um ponto em 12 possíveis.
A série de tropeços começou diante do Coritiba, quando o Tricolor venceu a etapa inicial por 1 a 0, com gol de Michel Bastos. Veio o segundo tempo e o adversário marcou três gols, com Joel (duas vezes) e Helder, garantindo o triunfo por 3 a 1.
Na rodada seguinte, Muricy Ramalho e seus companheiros foram até o Itaquerão e, novamente, os 45 minutos finais atrapalharam a vida tricolor. Souza e Edson Silva haviam garantido a vitória parcial por 2 a 1 em cima do Corinthians, que marcara com Fábio Santos. Depois do intervalo, porém, Fábio Santos e Guerrero viraram o jogo para 3 a 2.
Diante do Flamengo, 1 a 1 no primeiro tempo e 1 a 1 no segundo. É bem verdade que o Tricolor quase perdeu – Luís Fabiano aproveitou uma bobeada da defesa rubro-negra e assegurou o empate em 2 a 2 com um gol nos acréscimos.
A maldição da segunda etapa voltou a assombrar o São Paulo na última rodada do Brasileirão. Após empate em 0 a 0 com o Fluminense em 45 minutos, o time sob o comando de Milton Cruz levou três gols e só marcou com Alexandre Pato.
AS OSCILAÇÕES DO TRICOLOR: