Aos 32, Kaká faz mais diferença para o São Paulo que aos 20

Fonte ESPN
O aproveitamento do São Paulo com Kaká é excelente, maior do que o Cruzeiro, líder do Brasileiro. Sem o meia, nem tanto. A derrota para o Coritiba, os empates com Criciúma e Figueirense, e a eliminação da Copa do Brasil para o Bragantino, mostram como é importante a presença do craque, que, mesmo aos 32 anos, já na reta final de sua carreira, faz mais diferença para a equipe do que fazia quando surgiu para o futebol, entre 2001 e 2003.
Com Kaká em campo neste Brasileiro, os números são-paulinos são impressionantes: oito vitórias em dez jogos, um empate e uma derrota. Um aproveitamento de 83,3%, que colocou a equipe na briga pelo título do Nacional, assumindo a vice-liderança. Onze, doze anos atrás, quando o melhor do mundo em 2007 foi revelado no tricolor, e chegou a ser convocado para a Copa de 2002, o time se virava melhor sem ele.
Na média de sua primeira passagem pelo clube, Kaká teve aproximadamente 60% de aproveitamento. Ao todo, foram 130 jogos com a camisa do time da capital paulista, com 68 vitórias, 28 empates e 34 derrotas.
Em 2001, o meia fez sua estreia no profissional, nas finais do Torneio Rio-São Paulo, contra o Botafogo. Virou ídolo instantaneamente ao marcar os dois gols da virada por 2 a 1 na segunda partida e dar o título aos paulistas. Se tornou titular em seguida e terminou a temporada nas oitavas de final do brasileiro, no famoso lance com Cocito, do Atlético Paranaense, que tirou Kaká do jogo. Com ele em campo, o clube teve 29 vitórias, 13 empates e 16 derrotas. Um aproveitamento de 56,7%.
No ano seguinte, os são-paulinos amargaram um primeiro semestre ruim, sendo eliminados pelo Corinthians tanto na final do Rio-São Paulo, como na semi da Copa do Brasil. O novo astro, porém, jogava bem e foi convocado para o Mundial de 2002, tornando-se penta campeão. No retorno, o tricolor se encontrou e liderou a primeira fase do Brasileiro com folga, mas acabou eliminado, novamente nas oitavas, pelo Santos de Diego e Robinho. Num ano não tão bom para o clube, mas ótimo para o jogador, o time teve 26 vitórias, 9 empates e 15 derrotas com ele em campo, conquistando 46% dos ‘pontos disputados'.
A temporada 2003 foi a última de Kaká na sua primeira passagem pelo São Paulo. Ele se lesionou nas finais do Paulista e atuou algumas vezes no Campeonato Brasileiro, quando se despediu numa partida diante do Juventude, partindo para o Milan. Em 22 jogos no primeiro semestre, conquistou 13 vitórias, 6 empates e três derrotas com a camisa do clube, aproveitamento de 68%.
A clara dependência do time atual pode ser considerada algo mais subjetivo. A liderança que o meia exerce, a influência que ele teve no futebol de Alexandre Pato e a entrega que serve de exemplo para o resto da equipe, não condizem com os números de Kaká no ‘detalhe' mais importante: gols. Em 10 jogos, ele marcou duas vezes e ainda não teve nenhuma assistência. Entre 2001 e 2003, apresentou uma média de 3,6 tentos a cada dez partidas. Mas, com o papel fundamental que representa hoje, realmente, isso se torna apenas um detalhe.
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