Juvenal se recusa a alimentar briga com Aidar e São Paulo deve ter 'guerra fria'

Ex-presidente não vai entregar poder facilmente e partes vão iniciar disputa por lugar no Conselho. Aidar pode destituir Juvenal do cargo de diretor em Cotia

Fonte LanceNet!
Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar na posse do atual presidente (Foto: Eduardo Viana/Lancepress)
Enquanto faz sucesso dentro de campo, o São Paulo vive clima tenso fora. Só que, após ataque dos dois lados, a guerra deve passar a ser fria. O ex-presidente Juvenal Juvêncio coloca na conta do presidente Carlos Miguel Aidar a crise política e seu grupo não pretende propagar a briga pela imprensa, mas não vai entregar sua parte no poder facilmente.
Quando teve o nome lançado, o então conselheiro Carlos Miguel Aidar disse que não faria acordos porque queria governar com independência. Apesar disso, colocou na diretoria várias pessoas ligadas a Juvenal. Deu no que deu.
Aidar vem tentando dar uma linha própria à sua gestão. Reduziu os gastos com serviços terceirizados e cortou benesses dos conselheiros, ao mesmo tempo que contratou Alan Kardec e Kaká. Passou a se atritar com o grupo de Juvenal, até que a crise explodiu com uma entrevista e uma carta-resposta.
Um influente conselheiro do grupo de ex-presidente disse que este até se afastou do clube para dar espaço ao então amigo. Em quase quatro meses, nas suas contas, foi três vezes ao Morumbi, nenhuma ao clube social nem ao CT da BARRA Funda. Só bateu ponto no CT de Cotia, que o caudilho chama de “mina de diamantes”.
Na visão do ex-presidente, ele escolheu Aidar porque o considerava o mais preparado para dar continuidade ao seu trabalho e por causa da amizade de mais de 30 anos entre os dois. Mas Juvenal considera que teria eleito qualquer um como seu sucessor, tamanho o seu grupo de apoio no Conselho.
Nesta quinta-feira, conselheiros e dirigentes ligados aos dois lados passaram o dia trocando telefonemas e reunidos. A ala de Aidar vai tentar minar Juvenal, que considera o CT de Cotia intocável. Lá, ele não admite ingerência nem mesmo sobre os funcionários. E isso pode fazer o presidente destituí-lo do cargo.
O departamento de futebol trabalha para que a crise não afete o time, que luta pelo título brasileiro. A preocupação do vice-presidente Ataíde Gil Guerreiro e do gerente Gustavo de Oliveira é evitar um clima de tensão e insegurança entre quem tiver ligação com Juvenal.
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