Com a família por perto, Rodrigo Caio comenta dificuldades após a operação

Volante do São Paulo tem a companhia dos pais e do irmão na capital paulista, que o ajudam em tarefas básicas e lhe dão apoio diante das dores no joelho esquerdo

Fonte Globo Esporte
Rodrigo Caio tem o apoio da família na capital paulista (Foto: Rafael / Arquivo Pessoal)
Rodrigo Caio tem três aliados em seu começo de recuperação da grave lesão no joelho esquerdo. Moradores de Dracena, - cidade a 650km de São Paulo - pai, mãe e irmão do volante estão na capital paulista para lhe dar apoio e ajudá-lo em tarefas básicas do dia a dia. Com dificuldades para se locomover e fazendo uso de muletas, o atleta do Tricolor exalta a presença da família por perto em um momento difícil da carreira.
- É muito importante, um estímulo a mais na minha recuperação. Não é fácil para nenhum jogador essa situação. Os três devem ficar aqui comigo até eu começar a andar normalmente e conseguir fazer as coisas sozinho - diz Rodrigo Caio.
Os pais do jogador, Celso e Edlene, estavam no Morumbi quando o atleta sofreu a ruptura do ligamento cruzado, na partida diante do Criciúma, no último dia 2. Desde então, eles permaneceram na capital e acompanharam de perto a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior e da sutura do menisco medial, na quinta-feira passada (7). Rafael, irmão do são-paulino, chegou à cidade nesta terça-feira (11).
- Sempre estivemos perto do Rodrigo Caio em qualquer momento. Nunca deixamos ele sozinho em São Paulo, para poder cuidar dos assuntos particulares e ele se concentrar apenas em jogar bola. Mas a gente acabava se revezando. Agora com a lesão vamos ficar todos juntos, para acompanhar ele nesse processo - fala Rafael.
Dificuldades
Com o joelho inchado devido ao período pós-operatório, Rodrigo Caio permanece a maior parte do dia dentro de sua casa, sentado ou deitado, e está utilizando um protetor de joelhos. Além das muletas, para se locomover ele precisa contar com a ajuda de seus familiares, como por exemplo na hora de ir ao banheiro. A rotina envolve alongamentos e compressas de gelo.
- No primeiro e segundo dia depois da operação senti muita dor. Ainda sinto um incômodo para dormir. Na maior parte do dia procuro ficar com a perna para cima, deitado, quietinho.
Nesta quarta-feira (12), o volante tem um retorno ao médico para saber sobre a sua programação de fisioterapia. Ele ficará pelo menos seis meses em recuperação.
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