Com a família por perto, Rodrigo Caio comenta dificuldades após a operação
Volante do São Paulo tem a companhia dos pais e do irmão na capital paulista, que o ajudam em tarefas básicas e lhe dão apoio diante das dores no joelho esquerdo
Fonte Globo Esporte
12 de Agosto de 2014
Rodrigo Caio tem o apoio da família na capital paulista (Foto: Rafael / Arquivo Pessoal)
Rodrigo Caio tem três aliados em seu começo de recuperação da grave lesão no joelho esquerdo. Moradores de Dracena, - cidade a 650km de São Paulo - pai, mãe e irmão do volante estão na capital paulista para lhe dar apoio e ajudá-lo em tarefas básicas do dia a dia. Com dificuldades para se locomover e fazendo uso de muletas, o atleta do Tricolor exalta a presença da família por perto em um momento difícil da carreira.
- É muito importante, um estímulo a mais na minha recuperação. Não é fácil para nenhum jogador essa situação. Os três devem ficar aqui comigo até eu começar a andar normalmente e conseguir fazer as coisas sozinho - diz Rodrigo Caio.
Os pais do jogador, Celso e Edlene, estavam no Morumbi quando o atleta sofreu a ruptura do ligamento cruzado, na partida diante do Criciúma, no último dia 2. Desde então, eles permaneceram na capital e acompanharam de perto a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior e da sutura do menisco medial, na quinta-feira passada (7). Rafael, irmão do são-paulino, chegou à cidade nesta terça-feira (11).
- Sempre estivemos perto do Rodrigo Caio em qualquer momento. Nunca deixamos ele sozinho em São Paulo, para poder cuidar dos assuntos particulares e ele se concentrar apenas em jogar bola. Mas a gente acabava se revezando. Agora com a lesão vamos ficar todos juntos, para acompanhar ele nesse processo - fala Rafael.
Dificuldades
Com o joelho inchado devido ao período pós-operatório, Rodrigo Caio permanece a maior parte do dia dentro de sua casa, sentado ou deitado, e está utilizando um protetor de joelhos. Além das muletas, para se locomover ele precisa contar com a ajuda de seus familiares, como por exemplo na hora de ir ao banheiro. A rotina envolve alongamentos e compressas de gelo.
- No primeiro e segundo dia depois da operação senti muita dor. Ainda sinto um incômodo para dormir. Na maior parte do dia procuro ficar com a perna para cima, deitado, quietinho.
Nesta quarta-feira (12), o volante tem um retorno ao médico para saber sobre a sua programação de fisioterapia. Ele ficará pelo menos seis meses em recuperação.
Rodrigo Caio tem três aliados em seu começo de recuperação da grave lesão no joelho esquerdo. Moradores de Dracena, - cidade a 650km de São Paulo - pai, mãe e irmão do volante estão na capital paulista para lhe dar apoio e ajudá-lo em tarefas básicas do dia a dia. Com dificuldades para se locomover e fazendo uso de muletas, o atleta do Tricolor exalta a presença da família por perto em um momento difícil da carreira.
- É muito importante, um estímulo a mais na minha recuperação. Não é fácil para nenhum jogador essa situação. Os três devem ficar aqui comigo até eu começar a andar normalmente e conseguir fazer as coisas sozinho - diz Rodrigo Caio.
Os pais do jogador, Celso e Edlene, estavam no Morumbi quando o atleta sofreu a ruptura do ligamento cruzado, na partida diante do Criciúma, no último dia 2. Desde então, eles permaneceram na capital e acompanharam de perto a cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior e da sutura do menisco medial, na quinta-feira passada (7). Rafael, irmão do são-paulino, chegou à cidade nesta terça-feira (11).
- Sempre estivemos perto do Rodrigo Caio em qualquer momento. Nunca deixamos ele sozinho em São Paulo, para poder cuidar dos assuntos particulares e ele se concentrar apenas em jogar bola. Mas a gente acabava se revezando. Agora com a lesão vamos ficar todos juntos, para acompanhar ele nesse processo - fala Rafael.
Dificuldades
Com o joelho inchado devido ao período pós-operatório, Rodrigo Caio permanece a maior parte do dia dentro de sua casa, sentado ou deitado, e está utilizando um protetor de joelhos. Além das muletas, para se locomover ele precisa contar com a ajuda de seus familiares, como por exemplo na hora de ir ao banheiro. A rotina envolve alongamentos e compressas de gelo.
- No primeiro e segundo dia depois da operação senti muita dor. Ainda sinto um incômodo para dormir. Na maior parte do dia procuro ficar com a perna para cima, deitado, quietinho.
Nesta quarta-feira (12), o volante tem um retorno ao médico para saber sobre a sua programação de fisioterapia. Ele ficará pelo menos seis meses em recuperação.
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