A polêmica entre São Paulo e Palmeiras sobre a contratação de Alan Kardec virou uma guerra de declarações com poucos sinais de que haverá cessar fogo. Em um dia, o lado Alviverde bateu, e nesta terça-feira, foi a vez da resposta contundente e provocativa do presidente do Tricolor Carlos Miguel Aidar, que classificou a reclamação do rival como "choro" e prova do "apequenamento" do clube.
O tom forte das declarações expõe o racha entre os dois lados e torna mais difícil um dos desejos do próprio dirigente de articular com os clubes uma liga independente da CBF. Em nota no site oficial, o Palmeiras descartou estabelecer qualquer relação política com o São Paulo enquanto o presidente for Aidar.
O mandatário do São Paulo está no cargo há menos de um mês e já causou polêmica em outros episódios. Antes mesmo da posse, comentou que o Corinthians levaria 30 anos para pagar o estádio do Itaquerão. Depois, abriu as portas para o retorno de Kaká, que elogiou por ser o "cara do Tricolor" e ter "todos os dentes".
Nesta terça-feira, ao ser perguntado se a contratação de Alan Kardec seria um aperitivo do começo dos seus três anos gestão, não titubeou. "Não tinha pensado nisso, mas fica como cartao de visita essa contratação. Prometo que outras ainda virão", comentou.
Transferência de Kardec causa racha político entre São Paulo e Palmeiras
Clubes estão rompidos e projeto de criação de liga independente da CBF fica esquecido
Fonte Estadão
30 de Abril de 2014
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