Única ressalva. Não se compreende as escolhas para o banco de reservas da equipe. Por que o jogador ruim, de um empresário que processa o clube, possui a preferência? O atleta ou empresário que forçar a barra ganha espaço no clube? Por que Lucas Evangelista seria melhor que os três da imagem abaixo? No mínimo, cheira alguma ordem vinda de cima.

Com os dois gols de quarta-feira, Luís Fabiano chegou a 186 pelo São Paulo – há três de se tornar o terceiro artilheiro da história do clube – ao lado de Teixeirinha. Foram 18 gols marcados contra os três grandes de São Paulo. Desses, seis no rival governamental da Zona Leste que enfrentaremos e venceremos hoje!
No clássico conhecido como Majestoso pelos antigos, detemos a maior goleada da história com o humilhante 6x1 aplicado no torneio Rio-São Paulo de 1933. O primeiro confronto contra os Gaivotas ocorreu em 28.03.1930. Naquela oportunidade goleamos por 4x0, quando o São Paulo, pioneiramente, inaugurava a iluminação para jogos noturnos em seu primeiro estádio.

Não vencemos um clássico há 12 partidas. Desde dezembro de 2012 foram cinco empates e sete derrotas. Hoje é dia de quebrar este tabu! Dia também de atrapalhar a classificação deles para as quartas de final do Paulistinha-2014 e causar mais um vexame histórico. Entretanto, hoje, toda a pressão está do outro lado, pois precisam nos vencer desesperadamente.
O rival atuará com três volantes no meio. Algumas questões inquietam. Na formação atual do São Paulo, perderíamos a batalha nas trincheiras e Ganso seria o primeiro alvo anulado. Outra questão: temos somente Souza como volante de origem – único real marcador. Portanto, pressionar é preciso para afunda-los no próprio campo e afastá-los da meta de Rogério Ceni.
O adversário sofreu nove gols em jogadas trabalhadas através do fraco lado direito da defesa deles. É um detalhe a ser explorado aproveitando-se a ótima fase de Álvaro Pereira e a subida de produção de Osvaldo. Desta forma, Douglas deve guardar posição do outro lado, sem subir. Enfim, nosso lado direito não é dos melhores, igualmente.
Escalação: Rogério Ceni; Douglas, Rodrigo Caio, Antônio Carlos e Álvaro Pereira; Souza e Maicon; Pabón, Ganso e Osvaldo; Luís Fabiano.
P.S. Fala sério. Ademílson foi premiado com um contrato de cinco anos e um considerável aumento salarial. Jogador que subiu para o profissional em 2012 e até hoje não confirmou a expectativa. Alguns apelidaram de Ademessi, satiricamente é claro, o “fenômeno” de JJ.
Peixoto
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