Ganso não teve grande destaque no empate em 0 a 0 com a Portuguesa (Foto: Miguel Schincariol/ LANCE!Press)
João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente de futebol do São Paulo, chegou ao saguão do Morumbi na noite deste sábado, antes do empate com a Portuguesa, preparado para a polêmica entre o Tricolor e a DIS, por Ganso. O dirigente leu o contrato assinado entre as partes em 2012, em que fica claro que o clube tem razão no caso.
O contrato diz que o São Paulo é obrigado a comprar 10% dos direitos de Paulo Henrique Ganso, por R$ 5 milhões, se ele jogasse 70% dos jogos oficiais do clube, contando a partir do momento em que ele foi regularizado e até o fim de 2013.
Nesse período, o Tricolor fez 99 partidas e o meia participou de 68. Ou seja, 68,6% dos jogos. No período, Ganso jogou amistosos, mas estes não são computados.
A DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, ajudou o São Paulo na negociação que tirou o jogador do Santos. A empresa é dona de 68% dos direitos econômicos de Ganso, o restante é do clube.
Na visão da DIS, o Tricolor teria de pagar a quantia e uma das justificativas foi de que teriam de ser ignoradas as partidas computadas em que o meia estava lesionado quando chegou ao clube, em 2012. Na ocasião, Ganso estava com uma lesão na coxa direita e demorou para estrear.
Dirigente lê contrato e mostra razão do São Paulo na polêmica com a DIS
Empresa queria que Tricolor pagasse R$ 5 milhões por mais 10% de Ganso, mas obrigariedade só teria de acontecer se meia tivesse jogado 70% dos jogos oficiais
Fonte Lancenet
16 de Fevereiro de 2014
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