Em 2010, por meio de uma inteligente ação de marketing, o então meia Marcelinho, jovem promessa do São Paulo, foi reapresentado como se fosse uma nova contratação do clube, em uma tentativa de descolar-se do apelido que o ligava ao ex-jogador ídolo do rival Corinthians. Lançando-se com seu nome verdadeiro, Lucas, o atleta conquistaria a Copa Sul Americana de 2013 pelo São Paulo, seria convocado para a seleção brasileira e contratado para jogar na Europa pelo Paris Saint-Germain, na França.
Com a polêmica chegada de Alexandre Pato, o Tricolor deveria aproveitar a oportunidade e utilizar estratégia semelhante na apresentação do contestado atleta. Lançá-lo apenas como Alexandre teria como benefícios: 1 - desassociar a imagem do atacante da de seu ex-clube, o eterno rival do Parque São Jorge; e 2 - fazer com que o próprio jogador esqueça sua coleção de fracassos no passado recente e sinta-se obrigado a conquistar espaço dentro do clube para voltar a ser destaque no futebol brasileiro.
Famoso Quem?
Não seria Alexandre o único a beneficiar-se com o enterro da alcunha aviária. A própria torcida iria, subliminarmente, enxergar o atleta não mais como um craque decaído, mas sim como um jovem promissor que chega para cavar seu espaço na equipe e mostrar serviço na nova agremiação. O atacante não seria mais o Pato do Milan, da filha de Berlusconi e do Corinthians; seria simplesmente Alexandre, ainda em busca de uma história dentro das quatro linhas - e fora das colunas sociais.
Mudando de Pato pra Ganso
A jogada de marketing pode, enfim, significar uma injeção de ânimo e humildade no atleta, evitando assim que se torne mais uma vez o (sem trocadilhos) "patinho feio" do grupo, como aconteceu em sua ex-casa.
Relatos de dirigentes e integrantes do elenco corintiano revelaram que Alexandre Pato parecia viver em outra realidade, não conseguia envolver-se com o grupo, tinha dificuldades para compreender e respeitar orientações táticas e era vítima constante de brincadeiras e chacotas.
Quem sabe, com Alexandre chegando sem o apelido que o consagrou, outros jogadores são-paulinos não adotem o mesmo expediente e deixem de lado o nome famoso para, de uma vez por todas, jogarem a bola que um dia os consagrou. Afinal, além do Pato, temos o M1to, o Ganso, o Fabuloso, sem falar no Boi Bandido que foi embora; o que não temos, faz tempo, é um time de raça capaz de emocionar seus abnegados torcedores.
Tricolor deve dispensar Pato e apresentar Alexandre
Jogador Dará Certo No São Paulo Se Abandonar Nome Famoso E Status De Grande Craque
Fonte Esporte Interativo
14 de Fevereiro de 2014
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