Morumbi vai passar por reforma, mas antes precisa aprovar projeto no conselho
A novela envolvendo a construção da cobertura do Morumbi está longe de acabar, mas a diretoria do São Paulo diz estar mais otimista com o cenário de agora, depois de reuniões explicativas sobre o projeto. Uma nova assembleia de conselheiros deve acontecer na primeira semana de fevereiro, quando a atual gestão vai tentar mais uma vez aprovar a reforma, ainda sem data para começar.
Neste sábado, houve uma reunião aberta para dar detalhes de como vai funcionar o financiamento da obra e tirar dúvidas dos sócios do clube. Essa foi a estratégia adotada pelo presidente Juvenal Juvêncio, que espera que as pessoas que frequentam o clube possam pressionar conselheiros da oposição a comparecerem no próximo encontro para votar.
De acordo com o assessor da presidência, José Manssur, a alternativa de fazer mudanças no estatuto para aprovar a construção só vai ser utilizado como plano B, se esse processo mais didático não causar efeito. Depois do encontro com os associados, no entanto, a esperança da diretoria aumentou em relação ao início de fevereiro.
"O foco da missão que me foi dada pelo presidente Juvenal Juvêncio foi a de explicar todos os detalhes do projeto, mostrar tudo que tiver que mostrar. Estou focado nisso, em mostrar para todos os conselheiros, independentemente de que lado eles estão, todo o projeto para que eles tenham total conhecimento", afirmou Manssur, na tarde deste domingo, no Morumbi.
"Fiquei mais otimista. Eu vi que o associado que estava presente na reunião, que não tem envolvimento político, ficou empolgado. O conselheiro nada mais é que um representante do sócio, que vai ser votado por ele na assembleia de abril. Portanto, eu acho que esse cara tem como pressionar o conselheiro para que ele compareça na votação do projeto e aprove". completou.
No meio de dezembro do ano passado, o clube fez a primeira assembleia para aprovar a construção da cobertura do estádio, depois dos contratos terem sido assinados pelas empresas envolvidas. O encontro, no entanto, não teve o número de pessoas suficiente e não conseguiu iniciar a votação.
Começo das obras
Depois de o projeto da cobertura ser aprovado, ainda vai faltar bastante coisa para o início das obras, mais especificamente R$ 460 milhões. A Andrade Gutierrez, responsável pela reforma, só vai começar começar a trabalhar com todo o dinheiro captado. Para isso, o São Paulo criou um fundo de investimentos, que pode receber até 20 empresas para bancar a construção.
De acordo com José Manssur, já há 38 interessados. A expectativa da diretoria é de que o processo de captação dure dois meses - o prazo máximo é de 180 dias.
Diretoria são-paulina se diz otimista sobre aprovação da cobertura do Morumbi
Fonte ESPN
27 de Janeiro de 2014
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