Paulo Amaral, ex-presidente e um dos líderes da oposição, não é o único desafeto do goleiro Rogério Ceni entre os cartolas no Morumbi. O maior ídolo da história do clube tem péssima relação com outros dois dirigentes ligados à situação: Francisco Manssur e Adalberto Baptista.
Manssur é o braço-direito de Juvenal Juvêncio. Ocupa o cargo de assessor da presidência, mas vai bem além, cuidando de alguns dos principais casos do mundo são-paulino, como as obras da cobertura do Morumbi.
Rogério Ceni e Manssur se desentenderam no ano passado, depois que o cartola começou a se meter no futebol, batendo de frente em algumas questões com o capitão.
Já Adalberto Baptista se tornou persona non grata de quase todos no CT da Barra Funda enquanto foi diretor de futebol do Tricolor. Ele tomou várias decisões que desagradaram Rogério Ceni, mas a briga se tornou pública após Adalberto criticar a forma do goleiro para a imprensa.
A amigos, Rogério Ceni chegou a declarar que pensou em não renovar o contrato também pela presença de Manssur e Adalberto na diretoria - hoje, Adalberto atua como secretário do clube.
Carlos Miguel Aidar, que concorre à presidência pela situação, conversou em particular com Rogério Ceni e garantiu que nem Adalberto, tampouco Manssur seguirão no clube sob seu comando.
EXCLUSIVO: Rogério Ceni tem dois desafetos dentro da diretoria do São Paulo
Fonte SPFC.Net
15 de Janeiro de 2014
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