12 dias se passaram entre o domingo em que Héverton foi expulso de campo e a sexta-feira em que ele foi condenado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva a cumprir dois jogos de suspensão. Em 2013, em média, esse foi o tempo de intervalo entre uma partida e a mesa do julgamento.
De acordo com pessoas ligadas ao STJD, um dos principais motivos da demora é o fato de os profissionais envolvidos não serem remunerados. A CBF paga apenas as passagens áreas e os custos com hospedagem e alimentação. Trabalhando como voluntários, os membros das comissões do tribunal tem outros compromissos e não estão completamente à disposição dos julgamentos.
As últimas semanas do Brasileirão deixam essa questão em evidência. O exemplo mais simbólico é o da penúltima rodada: todos os casos só foram julgados no dia 11 de dezembro, quando o campeonato já tinha acabado.
Lentidão dos julgamentos no STJD poderia ser menor com profissionalização
Fonte ESPN
25 de Dezembro de 2013
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