Às vésperas da estreia do Atlético-MG no Mundial de Clubes, o FOXSports.com.br decidiu relembrar os principais personagens das decisões da competição intercontinental. Recorde os heróis e vilões que fizeram os torcedores rirem e chorarem ao longo da história.
Vilões
Marcos – Manchester United 1 x 0 Palmeiras
Chamado de “São Marcos” pela torcida alviverde, o goleiro do Palmeiras cometeu grande falha justamente na decisão mais importante da história do clube. Após cruzamento pelo lado esquerdo, Marcos saiu muito mal do gol e não cortou a bola alta de Roy Keane que terminou no tento marcado por Cole.
Nasa – Real Madrid 2 x 1 Vasco
Na decisão do Mundial de 1998, o volante vascaíno marcou um gol contra o próprio patrimônio. Após chute forte de Roberto Carlos para o meio da área, Nasa colocou a cabeça na bola e matou o goleiro Carlos Germano. Juninho Pernambuco ainda marcou um golaço, mas já era tarde para os cariocas.
Edmundo – Vasco 0 x 0 Corinthians
No Mundial de Clubes realizado no Brasil, Vasco e Corinthians empataram por 0 a 0 no Maracanã. Nas penalidades, o último e derradeiro pênalti caiu no pé de Edmundo. O craque bateu de pé direito à meia altura para fora da meta de Dida. Festa do Corinthians, que na época era comandado por Oswaldo de Oliveira.
Dinho e Arce – Grêmio 0 x 0 Ajax
Na grande final do Mundial de Clubes, o Grêmio conseguiu segurar o Ajax e levou a decisão para as penalidades. Símbolo daquela equipe, Dinho desperdiçou uma das penalidades. Ídolo e um dos principais jogadores do grupo, Chiqui Arce também perdeu e o Ajax ficou com a taça.
Durval – Barcelona 4 x 0 Santos
Um dos três zagueiros escalados por Muricy Ramalho, o experiente Durval cometeu falha bisonha e crucial no início da partida. O defensor levou uma bola entre as pernas em passe de Xavi que culminou em gol de Lionel Messi. Dali em diante, o Peixe sofreu um passeio e pouco viu a bola.
Heróis
Renato Gaúcho – Grêmio 2 x 1 Hamburgo
Na decisão do Mundial de Clubes de 1983, Renato Gaúcho foi o autor dos dois gols gremistas contra o Hamburgo. O segundo e mais importante veio na prorrogação. O centroavante recebeu na grande área, limpou para o pé esquerdo e fuzilou. Festa Imortal no Japão.
Müller – Milan 2 x 3 São Paulo
Em final disputadíssima no Japão, o atacante Müller foi o responsável por marcar um dos gols mais improváveis da história dos Mundiais. Após receber lançamento, o goleiro Rossi saiu nos pés de Müller, a bola bateu no pé do atacante, que havia pulado, e foi morrer no fundo do gol italiano.
Zico – Flamengo 3 x 0 Liverpool
Camisa 10 e eterno ídolo da Gávea, Zico foi o maestro da decisão contra o Liverpool. Com dois passes para os gols do centroavante Nunes e participação no gol de Adílio, o ‘Galinho de Quintino’ não deu chances para os defensores ingleses.
Rogério Ceni – Liverpool 0 x 1 São Paulo
O gol do São Paulo na decisão foi de Mineiro, mas o herói não tem como não ser Rogério Ceni. Com defesas impressionantes, como a falta de Gerrard no ângulo e um giro dentro da pequena área de Luis Garcia, o goleiro artilheiro salvou o Tricolor debaixo das traves e garantiu o tricampeonato ao time do Morumbi.
Adriano Gabiru – Barcelona 0 x 1 Internacional
Franco atirador no confronto contra o Barcelona, o Internacional de Fernandão e companhia resistia bravamente à pressão catalã até metade do segundo tempo, quando, após sair do banco, Gabiru recebeu passe e finalizou na saída de Valdés, para confirmar o inédito título de campeão do mundo para o Colorado.
Top 5 heróis e vilões brasileiros da história dos Mundiais de Clubes
Principal competição intercontinental foi palco de alegrias e tragédias para as equipes brasileiras. Relembre os bonzinhos e os malvados do torneio
Fonte Fox Sports
14 de Dezembro de 2013
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