Nós São-Paulinos sempre ouvimos acusações dos rivais dizendo que o clube do Morumbi sempre foi ajudado pelo governo. Que o estádio, construído a duras penas, foi um assalto aos cofres públicos. Ser organizado, diferente, competente e rico significa pagar um preço altíssimo aqui no Brasil. Isto serve tanto para pessoas ou instituições, salvo algumas exceções como no caso da TV carioca “G”, que comprovadamente tem uma história pra lá de escura.
Os torcedores rivais e a imprensa parcial não se conformam com o profissionalismo e seriedade que construíram a história do São Paulo Futebol Clube. Infelizmente, ser bem sucedido é o mesmo que ser bandido. Problema cultural. Resta aos adversários protegerem a incompetência típica, criando fantasias sobre quem sempre esteve a frente. Hoje estamos mal, porém a nossa inigualável galeria de troféus suscita uma grande inveja que tenta lançar manchas em nossa história vencedora.
De nada adianta revelarmos a doação privada do terreno do Morumbi, comprovada em documentos públicos, realizada pela Imobiliária Aricanduva com intenção de atrair um potencializador de desenvolvimento para a região inabitada e sem valor da década de 50. De nada adianta dizermos que tivemos somente 4,54% de financiamento publico, já pago, conforme estudo realizado. Tal valor, que foi devolvido aos cofres públicos também na forma de ações sociais posteriores para a população carente da região, como esta:
Resta-nos então revelarmos a podridão alheia. Os rivais nos têm usado como escudo para camuflar muitas ações acobertadas pela imprensa parcial. O São Paulo sempre se caracterizou por ser um clube de lisura, correção e transparência. Logicamente que nos tornamos alvo por esta imagem. Tudo é extremamente dificultado para conseguirmos. Entretanto, não custa nada a nós evidenciar alguns fatos não ditos sobre os rivais SEP e SCCP.
SEP
Antes dos fatos, eles foram fundados por dissidentes do clube itaquerense, como mostra esta reportagem da Folha de São Paulo:
Em 1920 “compraram” o Parque Antarctica, um espaço criado para o lazer dos funcionários da antiga Cervejaria Antárctica no final do século XIX. Com o apoio da máfia italiana, personificada no Conde Francisco Matarazzo, o Parque Antárctica foi “comprado” pelo mesmo e repassado “sem custos” ao Palmeiras. Naquela época, fortes rumores de ligação do Palestra Itália com o Regime Fascista do ditador Mussolini, na Itália, começaram a pipocar pelo país. Afinal, o recém-fundado clube não possuía verba suficiente para tal aquisição. O próprio site oficial confirma que não conseguiram pagar o terreno e foram “ajudados”.
Em 1937 foi comprovada a ligação com o fascismo italiano, citada até pelo Ministro do Esporte Aldo Rebelo. Explica as facilidades para a “compra” do Palestra Itália:

Em 1956 receberam dinheiro público da prefeitura. Foram CR$ 10 milhões:

Em 1992 fecharam patrocínio com a Parmalat em parceria. Entretanto, a empresa italiana cometeu uma série de crimes financeiros como lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e remessa ilegal de valores. O próprio Clube foi usado com anuência dos dirigentes alviverdes, sendo beneficiado na aquisição de jogadores importantes, por exemplo:

Em 2007 José Serra, governador de São Paulo, claramente trabalhou em benefício do clube de seu coração para que a Fiat patrocinasse o Palmeiras. Utilizando a influência do cargo público para tal:

Apesar de bradarem que não há incentivos fiscais na Arena Chiqueirão, em 2011 eles iniciaram uma luta por isenções fiscais para a reforma da Arena Palestra, porém não conseguiram:

Em 2011 o Ministério Público iniciou investigação por fortes suspeitas de sonegação e emissão de notas frias na reforma da Arena Palestra:

Em 2012 perderam a chance de ter um CT em São Roque, mesmo após receberem garantias de incentivos da ordem de R$ 23 milhões de reais do governo federal:

Em 2013 receberam 2,3 milhões do Ministério da Cultura para lançarem o próprio filme:

SCCP
A fraca personalidade institucional desse clube vem desde a fundação quando copiaram o nome de um time inglês da oitava divisão:

Em 1918 o Estádio da Ponte Grande foi a primeira casa do SCCP. O local ficava próximo da Ponte das Bandeiras, onde hoje está localizado o Clube de Regatas Tietê. A área foi concedida pela prefeitura de São Paulo por intermédio do político Alcântara Machado. Machado atuou a favo para que o terreno fosse transformado em estádio. Foi o primeiro favorecimento público explicito. Praticamente recebem um estádio doado a cada cem anos:

Em 1956 receberam CR$ 10 milhões da prefeitura como incentivo para construção do seu estádio. O projeto de Lei 5066, de 22 de outubro de 1956 beneficiou o time de Itaquera. Gastaram todo o dinheiro, sumiram com a grana e até hoje não possuem estádio próprio:

Em 1978 a ditadura doou um terreno público em Itaquera para a construção de seu estádio. A entrega foi feita no parque São Jorge pelo general Ernesto Geisel em ato populista na época da ditadura. É o mesmo terreno público onde está sendo erguida a Arena Travecão. Não é de hoje que o poder público se encarrega de suprir a incompetência administrativa dos beija-flores em nome do time do “povão”. Terreno doado pela DITADURA:

Em 1996 a prefeitura de São Paulo concedeu uma área pública de 18,4 mil metros quadrados ao Clube para ser usada como estacionamento do parque São Jorge (Fazendinha). O local é a Avenida Elisabeth de Robiano (absurdo!). Nunca pagaram aluguel pelo uso do local. A prefeitura entrou com ação de reintegração de posse, mas o clube contesta a ação na justiça:

Em 2011, após mais de cem projetos e maquetes, teve inicio a construção da Arena Travecão em um terreno público. Receberam ajuda do governo federal, estadual e municipal com 80% de dinheiro público. Todo o material de construção está isento de qualquer imposto. O estádio é de propriedade de um fundo imobiliário (BRLTrust) que será dono do local por 30 anos:

Em 2012, após ficarem sete meses sem conseguir patrocínio, recorreram a Lula. Após outubro, o ex-presidente se mobilizou e conseguiu acordo com o banco estatal Caixa Econômica Federal. Com suas influencias o ex-presidente alcançou patrocínio de R$ 30 milhões/ano ao Clube de seu coração:

Em 2013 receberam uma verba pública de R$ 41,2 milhões do governo federal para construírem o CT de formação das categorias de base, copiando o projeto CFA do São Paulo:

Peixoto