Ao defender Paulo Autuori, Rogério Ceni falou o que parte dos diretores do São Paulo pensa, mas não fala para Juvenal Juvêncio.
Como o goleiro, esses cartolas acharam injusta a demissão de Autuori, apesar de aprovarem Muricy Ramalho. Ao contrário do capitão, no entanto, a maioria preferiu não demonstrar para Juvenal Juvêncio a insatisfação.
Um integrante da diretoria, que pediu para não ser identificado, disse ao blog que a repentina demissão de Autuori mostra que o São Paulo está desgovernado.
Assim, apesar de Rogério ferir a cúpula do clube, seu posicionamento foi elogiado entre dirigentes. O goleiro falou o que pensa, mostrou independência em relação à direção, e se revelou um perigo para os candidatos à presidência na eleição de abril. Imagine o estrago que uma crítica dessas pode fazer com o candidato da situação às vésperas do pleito?
Para quem não leu, a declaração de Rogério após o jogo com a Ponte Preta:
“Paulo Autuori e Muricy Ramalho não são caras pra ficar dois meses no São Paulo. Um cara botou mais uma estrela no peito do clube, o outro é o único tricampeão brasileiro por um único time. São caras especiais. Nós perdemos o Paulo, então espero que a gente possa ficar com o Muricy mais. Telê morreu, nós matamos o Autuori e restou o Muricy.”
Dirigentes do São Paulo pensam como Rogério, mas não falam para Juvenal
Fonte UOL/Perrone
13 de Setembro de 2013
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