Aguirre até o fim do ano
Da mesmo forma que mandar o Aguirre embora agora seria uma atitude desnecessária, continuar com ele para 2019 também seria um erro mediante essa campanha deprimente na reta final. Considerando que o São Paulo não vai mais ganhar o campeonato e vai ter que suar para pelo menos ter uma vaga na libertadores, ele precisa sair no fim do ano, sem ganhar nada pra variar. Sou um defensor da continuidade do trabalho mas certas atitudes me fazem pensar que ele não é o ideal para 2019.
A) Treinador que insiste em jogador mediano! Insiste no Sidão como goleiro, no Hudson como volante ao lado de Jucilei (muito defensivo), mexe muito na dupla de zaga.
B) Demonstrou ser covarde em muitas partidas, recuando o time de forma vergonhosa, mesmo jogando em casa quando precisávamos do resultado. Enche o time de laterais para priorizar a marcação na frente e as jogadas pelo lado do campo que além de estar manjado, ainda torna o time pouco efetivo na criação e finalização de jogadas.
C) Mexe no time muito tarde e ainda tem mexidas incompreensíveis como tirar o armador do time e colocar um zagueiro, mexida que é mais que medrosa, é burra.
D) Não me parece ficar puto com as partidas ruins do time. Chegaram notícias de que ele ficou enfurecido com o time no vestiário e bla bla bla. Isso é mentira. Um treinador que pouco fala com o time dentro de campo quando o time está mal.
O ideal é trazer um nome de peso e que tenha as seguintes características:
1. Treinador que preze pela meritocracia: Joga o melhor e só sai se for para poupar, por lesão ou suspensão. Chega de empresário escalar jogador, se fosse assim Sidão não pisava nem pra treinar.
2. Treinador que tenha variação tática. Se está precisando vencer que vá pra cima e faça o resultado escalando atacantes e meias de origem, e não laterais improvisados.
3. Que use a base. Um treinador que saiba lidar com os garotos usaria Igor Gomes, Helinho, Toró, Antony e tantos outros que precisam de uma chance. Vai que um moleque desse comece a comer a bola e seja uma grata surpresa como o Paquetá ou o Rodrigo.
4. Que vibre com o time. Se tiver que xingar, gritar, elogiar, qualquer coisa. Desde de que não fique nessa baboseira que é dita em todo fim de jogo.
5. E que cobre da diretoria jogador que preste e DA POSIÇÃO. CHEGA de querer improvisar meia lento como atacante, lateral como ponta, volante como lateral, volante como armador. Isso funciona na Europa, aqui não.
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