Fulanizar a derrota não é do futebol, que se joga em equipe. Mas M. Bastos e Wesley nada apresentam.
Eles desfrutam de algum nome na imprensa, alguma reputação futebolística, mas se o torcedor se perguntar com franqueza não vai encontrar rendimento ou produtividade de nenhum dos dois, que justifique esta relativa fama e os altos salários.
Nunca foram, e a perspectiva é que nunca serão os jogadores que o clube precisa, sequer para compor o elenco, o ciclo dos dois já acabou, inclusive com a torcida.
Qualquer um, e mesmo um menino inexperiente da base, que assumir suas posições terá a expectativa de melhor rendimento.
Wesley pelo meio não arma e sequer combate.
Michel Bastos não sustenta uma mínima regularidade dentro de uma partida, se limita a tocar de lado ou retardar o jogo.
Os arremates, os poucos, não ameaçam o adversário, e corre pouco.
Por quê insistir?
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