ge SÃO PAULO São Paulo espera por Calleri, quinto gringo, e segue de olho em Buffarini
Jonathan Calleri, atacante argentino que se destacou no Boca Juniors, assinará contrato com o São Paulo nos próximos dias e será o quarto reforço para 2016. O terceiro gringo. O clube, que já tinha o argentino Centurión e o colombiano Wilder, trouxe o chileno Mena e o uruguaio Lugano.
Familiaridade com adversários da Libertadores, noção tática, espírito guerreiro, mercados desvalorizados... Várias razões explicam o quinteto estrangeiro. Uma delas é a nova comissão técnica formada pelo técnico Edgardo Bauza, o auxiliar José Daniel Di Leo e o preparador físico Bruno Militano. Todos argentinos. Vem de Bauza o pedido por um sexto gringo: Buffarini.
O lateral-direito renovou contrato até 2019 com o San Lorenzo, ex-clube do atual técnico do Tricolor, que, mesmo assim, ofertou cerca de R$ 5 milhões por 50% de seus direitos econômicos. Não recebeu resposta. Se haverá insistência ou não, dependerá do retorno argentino.
Enquanto isso, Calleri completará o setor ofensivo, será o terceiro homem de área do ataque, junto a Alan Kardec e Kieza. A diretoria do São Paulo comemora o desfecho do negócio, que teve no telefonema de Bauza para o jogador, um elemento essencial. Somados salários e comissões, a proposta do Atlético-MG era cerca de 15% maior.
O contrato de Calleri será assinado até 30 de junho, mas, de acordo com o Tricolor, há um dispositivo que garante sua extensão enquanto houver jogos da Libertadores a serem disputados – a final está marcada para o dia 27 de julho. O argentino está contratado pela Internazionale (ITA), mas como as vagas de estrangeiros estão preenchidas, ele se juntará ao grupo na próxima temporada. Até lá, tentará, no São Paulo, garantir vaga nas Olimpíadas-2016. Ele tem 22 anos.
Na Libertadores, o São Paulo não tem restrições quanto ao uso de estrangeiros nas partidas. Nas competições nacionais, entretanto, apenas cinco podem ser relacionados. Ou seja, neste momento, Bauza poderia levar todos os seus gringos para qualquer partida. Se Buffarini ou alguém de outro país for contratado, um terá que ficar fora da lista no Paulistão e no Brasileirão.
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