conheca marcelo canete novo contratado do sao paulo
Marcelo Cañete disputou 10 partidas pelo time profissional do Boca Juniors, e marcou um gol.
Foram 7 partidas oficiais no torneio Clausura 2010, e 3 amistosos.
Foi justamente através das boas atuações em dois destes amistosos na pré-temporada 2010/2011, o melhor momento de Cañete com a camisa azul y oro do clube xeneize.
Porém, uma lesão no tornozelo direito durante um treinamento na Casa Amarilla, antes da estréia no Clausura 2010, atrapalhou o desejo do DT Claudio Borghi, em escalar Cañete como titular na primeira rodada, diante do Godoy Cruz.
Outra lesão, na terceira rodada, também impediu que o jovem enganche pudesse, sem interrupções, dar continuidade em sua árdua tarefa como primeira opção para substituir o craque, e ídolo xeneize, Juan Roman Riquelme, que se recuperava de uma operação no joelho esquerdo.
Nos seis meses em que defendeu as cores da Universidad Católica de Chile, Marcelo Cañete disputou 22 jogos, e assinalou um gol.
“Debutó el mini Román”
Manchete do Diário argentino ‘Olé’, referente a boa participação de Cañete no amistoso contra o Palmeiras, em 09/07/2010.
“Sou um desses enganches que geram jogo, e assistem aos companheiros.
Tenho um jogo vertical, arremato bastante a gol, e gosto de finalizar as jogadas.”
“(…) não há nada mais lindo do que dar o passe para um gol.”
“(…) Sempre tratei de copiar o Roman (Riquelme), desde pequeno (…) Roman me marcou muito e é impossível não cair na tentação de observá-lo para aprender coisas novas da função.”
Marcelo Cañete, em entrevista ao diário argentino ‘Clarín’, em 07/07/2010
Cañete que praticamente passou o ano de 2009 se recuperando de uma lesão de joelho, debutou como titular na equipe profissional do Boca Juniors, pelas mãos do DT Claudio Borghi, atual treinador da seleção chilena.
O cenário de estréia do jovem meia foi justamente em solo brasileiro, no amistoso em que o Boca Juniors venceu o Palmeiras por 2 a 0, na última partida realizada no ‘antigo’ estádio Palestra Itália, em 09 de julho de 2010.
O único gol que Cañete marcou como profissional do clube xeneize foi durante a pré-temporada 2010, no giro de amistosos que o Boca Juniors realizou na Oceania.
Em partidas oficiais do Boca Juniors na primeira divisão do futebol argentino, Marcelo Cañete estreou na segunda etapa da partida frente ao Godoy Cruz, na 1ª rodada do torneio Apertura 2010.
Das 19 rodadas do Apertura 2010, Marcelo Cañete atingiu os seguintes números:
Entrou no decorrer de 4 partidas, após começar no banco de reservas.
Começou jogando como titular, em apenas 3 partidas.
Em 2 jogos, foi apenas relacionado para o banco de reservas.
Ficou de fora em 10 rodadas.
Observações do blog Futebol Argentino sobre algumas atuações de Marcelo Cañete pelo Boca Juniors, no torneio Apertura 2010, valendo ressaltar que este jovem enganche ainda não conseguiu justificar o pesado apelido “Roman Jr”, recebido durante o período em que desenvolvia seu futebol nas divisões de base do clube xeneize.
O baixo rendimento tático e técnico dos homens de defesa, e dos volantes centrais na maioria das partidas do Boca Juniors dirigido por Claudio Borghi no segundo semestre de 2010, resultou em má qualidade na saída de bola, e consequentemente prejudicou o desempenho dos jogadores encarregados da armação de tramas ofensivas. Foi uma raridade ver a bola chegar redonda nos pés dos enganches, Cañete, Damian Escudero, e Cristian Chávez. Este último foi o jogador de armação que melhor rendeu naquele desajustado ‘Boca de Claudio Borghi’.
1ª rodada – Godoy Cruz 1 x 1 Boca Juniors
Marcelo Cañete entrou no 2º tempo no lugar de Damian Escudero e pouco acrescentou a equipe, sendo também prejudicado pela má qualidade da saída de bola por parte da dupla de volantes, Medel e Battaglia.
3ª rodada – All Boys 2 x 0 Boca Juniors
Após ter participado da segunda partida xeneize, entrando novamente no 2º tempo, Cañete foi escalado como titular pela primeira vez em uma partida oficial. Porém, devido a uma queda aos 8 minutos de jogo, sofreu uma luxação no braço esquerdo, e acabou não retornando para a segunda etapa.
Enquanto esteve em campo, não se escondeu do jogo. Buscou jogar associado aos atacantes, e aos carrileros xeneizes. Porém, encontrou dificuldades diante da dupla de volantes do All Boys Fernando Sánchez, e Hugo Barrientos.
9ª rodada – Boca Juniors 1 x 2 Lanús
Com o crescimento da participação ofensiva do carrilero Clemente Rodríguez em dobradinha com Marcelo Cañete pelo lado esquerdo do ataque xeneize, o Boca Juniors chegou ao empate e terminou os primeiros 45 minutos com maior posse de bola. Explorou bastante os lados do campo, diante de um Lanús acuado.
Foi à segunda partida em que Cañete começou como titular.
10ª rodada – Tigre 1 x 2 Boca Juniors
Foi a terceira e última partida em que Cañete começou como titular, e neste dia, não esteve bem em campo. Foi substituído aos 18 minutos da segunda etapa pelo também enganche, Christian Chávez, jogador que acabou se tornando o destaque do time na partida, marcando inclusive o gol da virada xeneize, aos 85 minutos de jogo.
Perfil técnico e tático de Marcelo Cañete
Um ‘10’ encarador, que não se omite, e se apresenta pro jogo. Normalmente busca o drible produtivo, ou seja, vertical, e em direção ao gol adversário.
Marcelo Cañete já demonstrou capacidade de desenvolver bem a sua técnica, e agilidade, em jogadas de velocidade, e procurando bastante, o arremate de fora da área.
A partir do 3-4-1-2 aplicado ao Boca Juniors pelo DT Claudio Borghi, Marcelo Cañete atuou com maior destaque, na função de enganche típico. Buscando a bola na linha que divide o gramado, para servir de opção na saída de bola xeneize, se aproximando dos carrileros (alas) para colocá-los no jogo, e chegando a frente, para tramas associadas com a dupla de atacantes, ou executar jogadas individuais.
As duas melhores atuações de Marcelo Cañete pela equipe profissional do Boca Juniors ocorreram nos amistosos, contra o Palmeiras, e o Melborny Victory, da Austrália, em julho de 2010.
Cañete também chegou atuar a partir do lado direito da cancha, na linha de 4 jogadores deste mesmo 3-4-1-2 com variação para um 3-3-2-2, dividindo a tarefa de armar jogadas, com o também enganche, Cristian Chávez. Uma mescla de carrilero (ala), com meia de criação, menos centralizado.
Pela Copa Libertadores da America 2011, Marcelo Cañete foi contratado pela Universidad Católica de Chile, após o também argentino, Dario Botinelli, se transferir do clube chileno para o Flamengo.
Apesar de não ter atingido um futebol que já lhe permita bancar o ‘pesado’ apelido de “Roman Jr.”, e mesmo sem a titularidade garantida em ‘la Católica’, Cañete mostrou bom rendimento técnico atuando centralizado como meia de criação dentro de um 4-3-1-2, ou aberto pelo lado esquerdo do campo explorando diagonais em direção a meia-lua adversária, através do 4-2-3-1, do 4-2-2-2, e 4-3-2-1 organizado pelo DT argentino, Juan Antonio Pizzi.
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