Casos parecidos com o do O$car e como foram resolvidos.
CASO ILSINHO – depois de perder o processo movido contra o Shackhtar Donestsk alegando salários atrasados, o meia foi intimado a retornar para a Ucrânia, o que provocou sua rescisão de contrato com o inter. Em meados de 2010, Ilsinho moveu um processo contra o Shakhtar Donetsk alegando cinco meses de salários em atraso e retornou para o Brasil. Durante este período, o jogador atuou no São Paulo e em 2011, fechou com o Internacional. Agora que perdeu a ação movida contra os ucranianos, o lateral-direito e volante corre o risco de rescindir o contrato junto aos colorados. Isto porque a diretoria do Shakhtar exigiu que, caso o atleta não retorne, o clube terá de desembolsar 4 milhões de euros pelo jogador, cerca de 9 milhões de reais, valor que o Internacional alega não dispor.
CASO ANDRE DIAS – enquanto o são Paulo anunciava a contratação do Andre Dias, o Goiás já se armava para recuperar os direitos federativos sobre o atleta na Justiça. O obteve sua liberação do Goiás através de uma liminar obtida na justiça do trabalho, dada pela juíza que concedeu a tutela antecipada ao atleta, que alegava não receber o pagamento do FGTS desde agosto e salários desde outubro. O são Paulo sabia que tinha contratado um jogador livre de contrato por decisão judicial. Andre Dias jogou no são Paulo até o julgamento que deu causa ganha ao clube esmeraldino. Ciente da derrota e do impedimento do jogador jogar no clube, o São Paulo procurou o Goiás e através de um acordo bom para ambas partes, pagou o valor da multa com o acréscimo necessário. O Andre Dias não estava impedido de jogar mas o Goiás tinha restabelecido pela justiça o seu direito.
CASO DAGOBERTO
Ainda com contrato junto ao Atlético Paranaense, o jogador poderia deixar o clube a qualquer momento caso pagasse a multa rescisória de R$ 5,4 milhões. Os advogados do jogador conseguiram um aval bancário do valor da multa contratual, porem, a justiça de Curitiba não o aceitou, exigindo que fosse pago em juízo, já que o atlético pretendia recorrer. Diante do impasse o São Paulo admitia pagar a multa para liberar o jogador. Dagoberto deixou o atlético PR em 2007, após pagar a multa rescisória, o jogador teve ganho na causa na justiça, pois o clube pretendia prorrogar seu contrato, para evitar que a multa rescisória caísse no ultimo ano de contrato. A agremiação pretendia receber 16 milhões, mas a justiça do trabalho entendeu que o atleta deveria depositar, em juízo, na época, R$ 5,4 milhões.
Todos eles tiveram um destino diferente, porém foram respeitado os direitos de ambos. Então o caso O$car não é dificil de ser resolvido e a diretoria do são paulo sabe como agir, resta é ter paciencia e com certeza nos sairemos lucrando.
Abraços Nação Tricolor
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