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São Paulo reencontra Botafogo com novas peças e longe do Z-4

Ainda faltam três rodadas para o término do Campeonato Brasileiro, mas o São Paulo está bem perto de se livrar do rebaixamento.



Na campanha de poucos momentos para se lembrar, uma das vitórias que certamente ficarão marcadas aconteceu diante do Botafogo, no primeiro turno, em jogo realizado no dia 29 de julho, no Nilton Santos.

Depois de estar perdendo por 3 a 1, o Tricolor foi buscar a virada por 4 a 3 em apenas oito minutos. A partida marcou a reestreia de Hernanes com a camisa tricolor.

Coincidentemente, no momento em que a equipe paulista reencontrará o Alvinegro carioca, no domingo, no Pacaembu, o camisa 15 será ausência pela primeira vez, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

O que mudou na equipe de Dorival Júnior de lá para cá? O que fez o time crescer de rendimento e praticamente se salvar? Confira a lista do GloboEsporte.com:

O time daquele jogo



Aquela partida contra o Botafogo foi a quinta de Dorival Júnior no comando do São Paulo. A chegada de Hernanes fez o treinador tirar Gomez da equipe. No ataque, Marcinho era a peça de velocidade pela direita, e Cueva jogava aberto pela esquerda, com Lucas Pratto funcionando como referência. Na lateral, após começar sua passagem escalando Buffarini, o técnico deu chance a Bruno.

O time saiu na frente com um gol de Cueva e levou a virada com dois tentos marcados por Marcos Vinícius. Quando a partida estava 2 a 1, o meia peruano desperdiçou um pênalti, defendido por Gatito.

O treinador partiu para o tudo ou nada e promoveu as entradas de Gilberto, Wellington Nem e Marcos Guilherme, que também fazia a sua estreia. Com dois gols, o rápido atacante foi um dos personagens da vitória. Hernanes também deixou a sua marca.

– Marcar gol sempre é importante, principalmente numa estreia e num jogo tão emocionante como aquele. O time vinha de uma sequência complicada e aquela virada deu muita confiança para o elenco – disse Marcos Guilherme ao GloboEsporte.com.

Antes daquela partida, o São Paulo era o antepenúltimo colocado. Após a vitória, terminou a 17ª rodada na 16ª posição, fora do Z-4.

Mudanças com o passar do tempo

Depois daquela vitória, o São Paulo ainda demorou para subir na tabela do Brasileiro. A euforia provocada pela vitória não se transformou em vitórias. O time perdeu para o Coritiba com 56 mil torcedores no Morumbi e depois também caiu diante do Bahia, na Fonte Nova.

Depois, o Tricolor só conseguiu uma vitória nas quatro partidas seguintes (triunfo sobre o Cruzeiro, empates com o Avaí e Ponte Preta e derrota para o Palmeiras). Naquela época, Dorival fez uma mudança no gol: Renan Ribeiro foi barrado, e Sidão reassumiu a vaga de titular.

As rodadas foram passando, e as coisas começaram a melhorar. Nos seis jogos seguintes, a equipe ganhou três (Vitória, Sport e Atlético-PR), empatou uma vez (Corinthians) e perdeu duas (Atlético-MG e Fluminense).

Quando bateu o Furacão, no Pacaembu, o Tricolor saiu da zona de rebaixamento após 14 rodadas. Dentro de campo, já se via uma equipe com peças e esquema diferente.

Dorival resolveu tornar o time mais ofensivo, com a presença de dois meias (Cueva e Lucas Fernandes). Na lateral direita, Bruno e Buffarini caíram em descrédito, e o volante Eder Militão, improvisado, tomou conta da posição.

Marcinho perdeu espaço para Marcos Guilherme, que virou titular e tem sido um dos mais regulares da equipe. Na lateral esquerda, após um novo período com Júnior Tavares, Edimar voltou e se firmou, tanto que foi contratado em definitivo.

Volta de Jucilei e sequência contra o Z-4

Faltava uma sequência de vitórias para afastar de vez o São Paulo da zona de rebaixamento. E ela veio com triunfos sobre Flamengo, Santos e Atlético-GO. Com a dupla Hernanes e Cueva jogando muito e Pratto voltando a marcar gols, a torcida mudou o pensamento.

Em vez de se preocupar com a briga na parte de baixo, os são-paulinos na arquibancada começaram a se falar na chance de vaga na Libertadores de 2018 – abaixo, a formação que fez o São Paulo crescer de rendimento:



O que vem pela frente

Nas partidas seguintes, o São Paulo não conseguiu manter o embalo. Cueva foi para a seleção peruana se preparar para disputar a repescagem da Copa do Mundo, e Dorival não conseguiu fazer o time render. A equipe empatou com Chapecoense e Vasco e perdeu para o Grêmio. A distância para o G-7 ainda é alcançável mas, segundo os matemáticos, a chance é de apenas 3%.

Para que a possibilidade aumente, será preciso que o G-7 vire G-9 (o que acontecerá se o Grêmio conquistar a Taça Libertadores da América e o Flamengo ganhar a Copa Sul-Americana, permanecendo entre os mais bem classificados do Brasileirão).

Contra o mesmo Botafogo, Cueva volta, o que dá ânimo ao torcedor. Com uma vitória, a equipe ultrapassará os 47 pontos, atingindo a meta traçada por jogadores e comissão técnica para fugir do rebaixamento.

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